Do grito de rebeldia ao som das periferias: o rock segue vivo e reinventado
Por ROBERTO BARBOSA/R3 COMUNICAÇÃO
O Dia Mundial do Rock, celebrado em 13 de julho, é um convite para revisitar a história de um gênero que nasceu como expressão de rebeldia e se transformou em fenômeno global.
Criado nos Estados Unidos na década de 1950, o rock surgiu da mistura de ritmos populares e rapidamente conquistou jovens que buscavam uma nova forma de expressão.
Com o tempo, o gênero evoluiu e se diversificou. O rock mais leve, conhecido popularmente como “rock maneiro”, conquistou espaço nas rádios, enquanto o rock pesado e o heavy metal trouxeram intensidade e atitude ao cenário musical.
O heavy metal, desenvolvido a partir das décadas de 1960 e 1970, ampliou os limites do rock, incorporando sonoridades mais agressivas e criando uma estética própria.

Na Região Metropolitana de Belém, incluindo Ananindeua, o rock também encontrou espaço. Bandas independentes, eventos locais e movimentos culturais ajudam a manter viva a cena, mesmo diante dos desafios do mercado musical.
O gênero continua sendo uma ferramenta de expressão, especialmente entre jovens. Letras que abordam questões sociais, políticas e emocionais reforçam o papel do rock como voz ativa da sociedade.
Além disso, o impacto do rock ultrapassa a música. Ele influenciou moda, comportamento e outros estilos musicais, consolidando-se como um dos movimentos culturais mais importantes do século XX.

Em Ananindeua e em todo o Pará, o rock segue pulsando — nos ensaios de garagem, nos palcos improvisados e na criatividade de quem acredita na música como forma de transformação.
Neste 13 de julho, o recado é claro: o rock não morreu. Ele apenas mudou de palco — e continua mais vivo do que nunca.

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