Os novos cavaleiros do Apocalípse
Por PEDRO MEDINA/R3 COMUNICAÇÃO
O século XXI mostrou a face de uma nova ordem mundial onde os quatro cavaleiros do apocalípse são a segurança alimentar do planeta, a transição energética, a desigualdade social e as temíveis mudanças climáticas que assolam o nosso planeta.
O Brasil não escapa desse estigma, mas como Deus é brasileiro, poderemos ser os protagonistas na nova geopolítica mundial.
Recursos naturais renováveis não nos faltam. Nossa matriz energética, além do petróleo, passa pela produção agrícola como o biodiesel, etanol e bagaço da cana de açúcar, o biometano, das aves e suínos, e a lenha, responsáveis por mais de 50% do consumo de energia do país.
O agro responde por boa parte dessa riqueza e o campo moderniza-se aceleradamente com novas tecnologias e práticas sustentáveis que buscam maior produtividade com menor impacto ambiental.
As guerras impostas pelo presidente americano Donald Trump esgarçou a hegemonia americana e o Brasil pode tirar proveito para tornar-se uma grande potência mundial atraindo as big techs, que necessitam de muita energia, na produção de alimentos, na manutenção da paz em na diminuição da fome no mundo.
De Portel a Cametá
A rodovia que liga Portel, no Marajó, a Cametá, no Tocantins, está com mais de 70% asfaltada e o prefeito Paulo Ferreira acredita que a governadora Hana Ghassan irá manter o ritmo das obras e interligar a o Marajó ocidental ao continente por estrada. Portel recebe muitos empreendimentos agrícolas como soja e pecuária, além da madeira e terá como escoar essa produção.
Circundado por belas praias e rios piscosos, o turismo tem tudo para crescer.
Municípios vizinhos como Breves, Bagre, Melgaço e Curralinho terão maior facilidade de transporte rodoviário para outras regiões do estado, descolando das viagens por embarcações demoradas e desconfortáveis.
Arsenal de Marinha
Plantado à beira do rio Guamá, conhecido como Guardião do Portal da Amazônia, o 4 Distrito Naval da Marinha é uma das edificações que mais representam a história das conquistas navais da região norte.
Segundo o capitão de corveta, Anderson Barbosa, em 1832 os povos indígenas já ocupavam aquela beirada de rio chamada de Casa das Canoas, de onde surgiria, em 1876 o Arsenal da Marinha, ideal para ancorar e fazer reparos nas embarcações militares.